sexta-feira, 22 de junho de 2007

ouro preto de marília

conhecer ouro preto com ana, foi como sonho de dirceu com marília, pura poesia de marília de dirceu, com chafarizes de ternas e apaixonadas letras. ficamos numa pousada de barão, o itacolomi no horizonte. as gentes de aleijadinho, a banda na praça tiradentes, um mar encapelado de telhados, os desenhos de alberto guinard (e os bilhetes para a mulher amada), o mundo de pedras do museu, o mundo de tetos das igrejas. oratórios dentro de oratórios. a cactácea ora-pro-nobis com todas as gorduras. a alma, barroca, dispensando temporariamente a simetria das volutas.

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