domingo, 20 de maio de 2007
figo da índia
granada selvagem, com microespinhos, mas de gosto refinado, quando doce das encostas de santorini, protegendo a igreja secular. lembro-me que comprávamos na feira, em botucatu, embrulhados com muito jornal por causa dos espinhos. a cor do seu coração algo ocre, acetinado. nas plantas de pirassununga, escrevemos um g e um a, algo suspeitos. em capri, a ilha de tibério e axel munthe e neruda, um sorvete de figo da índia aplaca o calor.
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