quinta-feira, 26 de março de 2020
rio de chuva na cerâmica
a casa da minha madrinha, dona cidinha, em botucatu, tinha uma barra de cacos de cerâmica vermelha. depois da chuva, essa longa estrada, que virava a esquina, acumulava água, em pequenas bolhas, poças. como era bom reunir esse caudal com a mão, como um rodo fazendo splash na lisura. eu não sabia ainda seu nome, mas netuno já estava ali.
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