segunda-feira, 2 de julho de 2007
girinos no lajeado
vó rosa morava no lajeado, uma antiga fazenda de café em botucatu. meu tio joão era o eletricista. um grande sobradão de alpendre trabalhado, com várias casas conjugadas, de funcionários da fazenda. de um lado, o imenso terreiro de café e grandes escadarias para correrias e brincadeiras de fim de semana. mas mergulhando na floresta da frente, havia um caminho que levava a um lírico bambuzal e um riacho onde o silêncio só era quebrado pela alegria da caça aos girinos, absolutamente pretos. coletados com alma científica, eu e marco os levavámos para casa, na cidade. os girinos cresciam, perdiam a inocência, criavam pernas, viravam sapos e fugiam.
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