segunda-feira, 2 de julho de 2007

lâmpadas de quem não ouve

o quarto alugado, num apartamento acima de uma padaria, ficava a poucos quarteirões do parque eduardo VII e da fundação calouste gulbenkian. meu quartel-general em lisboa, em 1986. a dona do apartamento alugou o quarto, com direito a roupa lavada. quando se tocava a campainha, lâmpadas se acendiam em todos os cômodos. inclusive no banheiro com azulejos cor de rosa de cima a baixo. a banheira cor de rosa era cheia sempre que o hóspede mencionava a intenção de um banho, incluído no contrato. o aluga-se li no diário de notícias, ainda hospedado no residencial horizonte.

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